quinta-feira, 30 de julho de 2009

Pilates e esclerose múltipla




Os estudos que associam a prática do Pilates ao tratamento e prevenção de várias patologias são inúmeros. Porém, ainda não abordamos aqui o papel do pilates nas patologias relacionadas ao sistema nervoso central, como a esclerose múltipla.
O Pilates colobora na melhora da coordenação das atividades conscientes e inconscientes. Um dos grandes benefícios para os pacientes de esclerose múltipla é a diminuição da fadiga.
Porém, a sintomatologia variada e os diferentes graus de incapacidade dificultam a elaboração de guias e padronizações para a orientação de exercícios para essa população, mas sabe-se que exercícios suaves são os recomendados.
Estudiosos no assunto recomendam a aplicação de exercícios para desenvolvimento da força muscular, e aí o Pilates também entra. Além disso, os exercícios deverão seguir uma lógica crescente de funcionalidade onde, para aqueles com maior déficit motor, sugere-se a aplicação de movimentos passivos, como lentos alongamentos para os principais grupos musculares.
Para indivíduos com maior nível de força são indicados alongamentos ativos e exercícios resistidos, com ou sem a ação da gravidade e com número de repetições próximo ao nível da fadiga.
O mais importante: o paciente deve ter a aprovação médica para realizar os exercícios, além disso, professor e médico devem estar em constante troca de informações sobre o paciente, pois é o médico que poderá permitir intervenções coerentes ao longo do tempo.
Autor: Jader Beck, profissional de Pilates.Jul 27

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